Foi quase duas horas de espera, não sei o que ele fazia, em certos momentos parecia estar dormindo, mas der repente o canto da sua boca mexia como se para me mostrar que ainda esta me analisando, eu não podia esperar mais.
Levanto-me e vou ate a sua direção, quando fui tocar em seu peito para te chamar em um movimento rápido ele segura o meu braço, abre seus olhos e me olha no fundo dos olhos.
- Rouger Mc. Dauguer, eu posso confiar em você, quando chegar a hora fará o que é certo?
Não sei por que ele me chamou por esse nome, esse que eu não ouvia há muito tempo e desejava nunca mais ouvir, e por quer dessa pergunta isso faz uma dor surgir em meu peito.
- Como você sabe esse nome, e o que você quer dizer com essa pergunta?
- É sempre assim, ninguém escuta e fica pensativo, sempre me questionam.
- Não se preocupe meu caro amigo eu tive um deslumbre de seu futuro você ainda terá tempo.
Murioce se levanta apreensivo vai ate a janela e olha pela brecha da cortina para ver se tem algo de errado, o som dos animais já avia parado, mas os homúnculos ainda poderiam estar por la.
- O que vamos fazer agora? - pergunto para ele -
- Vamos sair pelo fundo, depois vamos sair dessa cidade imunda, não aguento mais esse cheiro.
Em quanto falava ele ia pegando algumas coisas pela casa, pegou vários pergaminhos que pela aparência devia tem centenas de anos, livros e algumas ampolas. Não perguntei nada sobre essas coisas, assim que terminou saímos rapidamente.
Corríamos pelas vielas da velha cidade passando por escorias, que quando nos viram correndo se assustavam. Quando estávamos quase saindo da velha cidade percebi que havia alguns homúnculos no osso encalço.
- Estamos sendo seguidos! - aviso ele, mas percebo que provavelmente ele já havia notado muito antes de mim -
- Sim, temos que dar um jeito de nos livrarmos deles antes de sai da cidade!
Fomos cada um para um lado, o grupo que nos perseguia se dividiram em dois grupos um veio atrás de mim e outro continuou atrás do Murioce. Rapidamente saquei o meu bastão e parei em um beco para enfrentar os meus perseguidores. Três deles pararam a uns seis metros de mim outros dois vieram em minha direção, um pulou por cima de mim me distraindo, quando chegou bem em cima virou um elefante, rapidamente desviei para a direita, mas não percebi o segundo chegando pelo mesmo lado, esse virou um tigre de bengala que pulou e bateu com a pata no meu peito fazendo três cortes profundo. Cai de joelho por causa da dor, mas me levantei rapidamente o homúnculo que havia virado o elefante tinha se transformado em um ratinho e vinha rapidamente em minha direção, ao chegar à minha frente tentei acertar ele, mas nesse momento ele se transformou em um gorila e me acertou uma pancada na cara, a minha visão ficou turva e perdi um pouca do censo de direção. Virei-me rapidamente para o mesmo, que novamente tentou me acertar, consegui desviar e o acertei-lhe uma pancada com o meu bastão, ele ficou um pouco tonto, peguei na sua cabeça e quebrei o seu pescoço, novamente ele voltou a sua forma original.
Ainda havia muitos homúnculos, Murioce também estava tendo problemas, não resistiríamos por muito mais tempo.
- Murioce...! - Gritei chamando ele, como se pedindo para ele fazer algo. -
Parece que ele entendeu o meu pedido, e num passe ele fez com que uma neblina muito densa subisse no meio da batalha, não era possível enxergar quase nada, mas eu podia sentir algo me guiando, sai correndo sem saber muito bem para onde e depois de alguns instantes eu já estava fora da neblina e quase fora da velha cidade, mas onde estava Murioce, eu não o via em lugar nenhum.
Penso em voltar, mas não adiantaria, pois não dava para enxergar nada, começo a gritar seu nome esperando por uma resposta, quando vejo uma luz saindo do meio da neblina e indo em direção ao céu, junto havia alguns pedaços de animais, logo imaginei que eram de alguns homúnculos. A luz rapidamente se apaga e percebo que era o próprio Murioce, ele começa a cair muito rápido e aparentava estar inconsciente, corro em sua direção tentando pensar no que fazer, mas ja era tarde, ele caiu e em cima de um velho barraco de madeira. Quando chego, o encontro muito machucado e bem pálido, a sua perna esquerda estava virada para traz, acredito que quebrada e havia pedaços de madeira fincados nos seus braços e na lateral do abdômen. Pego ele e o coloco no ombro, tenho que tirar ele desse lugar, mas só tem uma pessoa que poderia me ajudar agora e é Marcus, mas ele esta muito longe para chegar a tempo, só mi resta Samantha, espero que ela me receba.
Renego a minha vida e a entrego a meu guardião, desta forma irei a sombria e densa maldade com a penas minha Fé e luz e farei com que o mal socumba ao meu poder. Isso eu farei com todo o meu esforço diante da promessa que ao fim terei paz!
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quinta-feira, 28 de abril de 2011
terça-feira, 8 de março de 2011
A caçada - Em busca de uma verdade. Parte 4 - Entre lobos
Os quatro licantropos montaram guarda a noite toda, eu não sai da minha barraca para confirmar mas podia sentir os seus cheiros, algo que me incomodou a noite toda.
Quando amanheceu eu consegui ver as suas verdadeiras formas, eles me vigiaram ate o dia nascer, entre eles estava o primeiro que veio falar comigo um dia antes, do seu lado estava uma bela moça com os cabelos castanhos e encaracolados o qual tinha uma mecha grossa tampando o lado esquerdo do rosto, a pele queimada pelo sol, usava poucas roupas, mas contra posta a sua beleza havia inúmeras cicatrizes, mas ainda me chamava a atenção. Mais ao fundo estavam dois homens enormes, pareciam ser russos ambos eram loiros com olhos claros. O homem baixinho vem em minha direção, seguido pela bela moça, me pergunto o que querem.
- Venha ate nos caçador, queremos apenas conversar!
Fui ate a barreira que nos separava, eu podia sentir o fedor deles, mas percebo que não é de carne humana.
- O que querem de mim monstros?- não me deixo intimidar pelos números deles.
- Não tenha tanta prepotência caçador, pois você esta sozinho e não tem a mínima chance contra nos. E além do mais esse é nosso território, você querendo ou não!
Ele vinha com um ar calmo, e não se deixaria levar pelas minhas provocações.
- O que querem se não lutar?
- Nunca foi a nossa intenção lutar com você, só queríamos saber quais as suas intenções. - disse a moça, olhando direto nos meus olhos, percebo que a mecha que cobre o seu lado esquerdo do rosto esconde algo.
- Pois vamos conversar então.
Aproximo-me da barreira e fico cara a cara com o homem que falara comigo um dia antes, ele fica de frente para mim, ele tinha os olhos profundos.
- Podemos confiar em você caçador?
Penso rapidamente na sua pergunta e antes de responder sinto uma coisa segurando no meu braço direito, era ele, de alguma forma passou pela barreira que nos separava e de forma abrupta sou puxado pra o seu lado do território e de forma rápida os quatro já haviam me imobilizado, tento me conectar com Joe, mas não consigo, o medo toma conta de mim.
sábado, 29 de janeiro de 2011
A caçada - A grande biblioteca Parte 2
O cheiro fétido de excrementos humanos se misturando com o fedor de cadáveres a muito mortos, em um cenário de casas destruídas, ruas cheias de ladrões e assassinos, bêbados, prostitutas humanas e não humanas, um belo lugar para se morar, essa era a velha cidade um lugar oculto a sociedade mas não esquecida. Ela era como uma ferida que nunca sarava, cheia de pus e dor, como eu disse um belo lugar!
Ando pelas ruas tentando não chamar a atenção, mas era difícil, primeiro porque quem não estava machucado ou ferido, doente ou morto, já chamava a atenção e depois porque todo tipo de criatura que la se escondia já tinha sentido o meu cheiro. Pergunto a alguns moradores sobre o Murioce, mas toda vez que eu citava seu nome para alguém esse logo saia correndo ou me atacava praguejando. Logo deduzi que ele não era muito querido por la.
Não precisei procurar muito para achar Murioce, depois de meia hora de procura escutei muitos gritos e algumas explosões, comecei a ir em direção a batalha, pego meu bastão e me esgueiro pelas casas destruídas.
Quando estou chegando perto escuto algo passando por cima de mim, rapidamente me escondo de baixo de um batetente de porta, e o que vejo me deixou muito preocupado, quinze matadores do clã Phoneútria passaram rapidamente sem notarem a minha presença, para quem não sabe os matadores do clã Phoneútria são homúnculos, seres sem formas criados por magos para serem escravos, bem esses podiam assumir a forma que quisessem, por isso eram os melhores assassinos, mas o que estavam fazendo aqui.
Saio rapidamente no encalço deles, devem esta atrás de algo muito importante pois ignoraram totalmente a minha presença.
Depois de alguns metros vejo a área de batalha, tudo estava devastado, como isso fosse possível, os homúnculos atacavam de forma implacável um único cara, eles tomavam as mais diversas formas, leões, aranhas gigantes, e outros que eu nunca tinha visto, mas o seu alvo era forte, ele passava por entre os monstros com acrobacias e retalhando eles com uma faca, a qual a lamina era estendida por uma luz azul, um a um ele os destruía mas muitos ainda estavam vindo.
Sabendo que me arrependeria, saio em disparada em direção a batalha para ajudar.
- Venham suas masinhas de modelar sem forma! - foi o bastante para chamar a atenção de alguns.
Logo de cara um veio em minha direção, levantei o meu bastão para acerta-lo, nesse momento ele se transformou em um pássaro passando por de baixo do meu braço, em seguida em um gorila e se segurou em minha costa, mas antes que ele conseguisse me atacar, com um movimento rápido o puxei por cima da minha cabeça e o acertei com o meu bastão, pode ouvir o som de sua massa cefálica se esmagando, ou qualquer outra coisa que eles tenham na cabeça, volto acorrer em direção ao acrobata que já avia matado pelo menos mais quatro homúnculos. Eu consegui acertar mais três, penso se esse não poderia ser Murioce, mas logo esse pensamentos some junto com a investida que levei de um elefante, fui jogado pelo menos uns sete metros antes de acertar uma parede. Caio no chão e vejo um enorme paquiderme vindo em minha direção tento me levantar mas estou zonzo, um pouco antes de me acertar escuto uma frase esquisita.
- Banana Split!
E uma luz forte surge me cegando, quando a minha visão voltou eu ja estava em um barraco, não muito longe de onde estava havendo a batalha pois ainda podia ouvir o som de muitos animais como num zoológico com as jaulas todas abertas, na minha frente estava aquele acrobata.
- Foi por pouco caçador. - Ele me fala dando um sorriso irônico - Mais um pouco você vira pasta de amendoim.
-Você é Murioce? - Pergunto a ele ainda meio zonzo.
- O próprio, mas o que você estava fazendo mo meio da que la batalha. Ela não era sua.
Me levanto ja melhor e tento me localizar, era uma sala destruída, havia alguns moveis mas todos no mesmo estado que a sala.
- Eu estava a sua procura. - Ele me olha desconfiado pega a sua fala e fica alerta. - Eu quero uma informação.
- É o que todos querem de mim, e sempre querem saber como matar mais, ser o mais forte, ser imortal, nunca muda.
- Eu não desejo nada disso Murioce.
- E o que você deseja saber então caçador? - Ele se senta em um sofá velho, bem, o que sobrou dele. - O que faz de você diferente dos outros?
Termino de me levantar e vou em sua direção.
- Preciso saber onde fica a Grande Biblioteca, e você foi o único que saiu de la e que sabe a sua localização.
Ele me olha com uma cara de surpresa, ele se levanta e me olha nos olhos como para saber se eu estava mentindo.
- Não desvie o olhar por nenhum segundo caçador, quem te mandou?
- Uma amiga.
- E as suas intenções, quais são?
- Como assim, eu só quero ajudar um amigo.
- E as intenções de seu amigo, quais são?
Fico sem resposta, não sabia como responder aquela pergunta, pois não sabia a situação de Marcus e nem como ele pretendia usar as informações que eu conseguisse. Mas eu conheço ele a um bom tempo para saber que ele era bom.
- Eu acredito que sejam boas.
Murioce fecha os olhos por um segundo, se senta novamente no velho sofá.
- Espere por uma hora caçador, eu preciso meditar sobre isso.
Eu o questiono.
- Mas eu tenho que me apressar, não sei a situação de meu amigo.
Ele ergue a mão, como quem manda uma criança se calar, abre os olhos e me reprende.
- Se você quer a minha ajuda terá que esperar caçador.
Ele novamente fecha os seus olhos, eu me sento no chão a alguns metros dele. Só espero que ele seja pontual e que aqueles homúnculos não nos ache. A Marcus isso ira custar varias pizzas.
Ando pelas ruas tentando não chamar a atenção, mas era difícil, primeiro porque quem não estava machucado ou ferido, doente ou morto, já chamava a atenção e depois porque todo tipo de criatura que la se escondia já tinha sentido o meu cheiro. Pergunto a alguns moradores sobre o Murioce, mas toda vez que eu citava seu nome para alguém esse logo saia correndo ou me atacava praguejando. Logo deduzi que ele não era muito querido por la.
Não precisei procurar muito para achar Murioce, depois de meia hora de procura escutei muitos gritos e algumas explosões, comecei a ir em direção a batalha, pego meu bastão e me esgueiro pelas casas destruídas.
Quando estou chegando perto escuto algo passando por cima de mim, rapidamente me escondo de baixo de um batetente de porta, e o que vejo me deixou muito preocupado, quinze matadores do clã Phoneútria passaram rapidamente sem notarem a minha presença, para quem não sabe os matadores do clã Phoneútria são homúnculos, seres sem formas criados por magos para serem escravos, bem esses podiam assumir a forma que quisessem, por isso eram os melhores assassinos, mas o que estavam fazendo aqui.
Saio rapidamente no encalço deles, devem esta atrás de algo muito importante pois ignoraram totalmente a minha presença.
Depois de alguns metros vejo a área de batalha, tudo estava devastado, como isso fosse possível, os homúnculos atacavam de forma implacável um único cara, eles tomavam as mais diversas formas, leões, aranhas gigantes, e outros que eu nunca tinha visto, mas o seu alvo era forte, ele passava por entre os monstros com acrobacias e retalhando eles com uma faca, a qual a lamina era estendida por uma luz azul, um a um ele os destruía mas muitos ainda estavam vindo.
Sabendo que me arrependeria, saio em disparada em direção a batalha para ajudar.
- Venham suas masinhas de modelar sem forma! - foi o bastante para chamar a atenção de alguns.
Logo de cara um veio em minha direção, levantei o meu bastão para acerta-lo, nesse momento ele se transformou em um pássaro passando por de baixo do meu braço, em seguida em um gorila e se segurou em minha costa, mas antes que ele conseguisse me atacar, com um movimento rápido o puxei por cima da minha cabeça e o acertei com o meu bastão, pode ouvir o som de sua massa cefálica se esmagando, ou qualquer outra coisa que eles tenham na cabeça, volto acorrer em direção ao acrobata que já avia matado pelo menos mais quatro homúnculos. Eu consegui acertar mais três, penso se esse não poderia ser Murioce, mas logo esse pensamentos some junto com a investida que levei de um elefante, fui jogado pelo menos uns sete metros antes de acertar uma parede. Caio no chão e vejo um enorme paquiderme vindo em minha direção tento me levantar mas estou zonzo, um pouco antes de me acertar escuto uma frase esquisita.
- Banana Split!
E uma luz forte surge me cegando, quando a minha visão voltou eu ja estava em um barraco, não muito longe de onde estava havendo a batalha pois ainda podia ouvir o som de muitos animais como num zoológico com as jaulas todas abertas, na minha frente estava aquele acrobata.
- Foi por pouco caçador. - Ele me fala dando um sorriso irônico - Mais um pouco você vira pasta de amendoim.
-Você é Murioce? - Pergunto a ele ainda meio zonzo.
- O próprio, mas o que você estava fazendo mo meio da que la batalha. Ela não era sua.
Me levanto ja melhor e tento me localizar, era uma sala destruída, havia alguns moveis mas todos no mesmo estado que a sala.
- Eu estava a sua procura. - Ele me olha desconfiado pega a sua fala e fica alerta. - Eu quero uma informação.
- É o que todos querem de mim, e sempre querem saber como matar mais, ser o mais forte, ser imortal, nunca muda.
- Eu não desejo nada disso Murioce.
- E o que você deseja saber então caçador? - Ele se senta em um sofá velho, bem, o que sobrou dele. - O que faz de você diferente dos outros?
Termino de me levantar e vou em sua direção.
- Preciso saber onde fica a Grande Biblioteca, e você foi o único que saiu de la e que sabe a sua localização.
Ele me olha com uma cara de surpresa, ele se levanta e me olha nos olhos como para saber se eu estava mentindo.
- Não desvie o olhar por nenhum segundo caçador, quem te mandou?
- Uma amiga.
- E as suas intenções, quais são?
- Como assim, eu só quero ajudar um amigo.
- E as intenções de seu amigo, quais são?
Fico sem resposta, não sabia como responder aquela pergunta, pois não sabia a situação de Marcus e nem como ele pretendia usar as informações que eu conseguisse. Mas eu conheço ele a um bom tempo para saber que ele era bom.
- Eu acredito que sejam boas.
Murioce fecha os olhos por um segundo, se senta novamente no velho sofá.
- Espere por uma hora caçador, eu preciso meditar sobre isso.
Eu o questiono.
- Mas eu tenho que me apressar, não sei a situação de meu amigo.
Ele ergue a mão, como quem manda uma criança se calar, abre os olhos e me reprende.
- Se você quer a minha ajuda terá que esperar caçador.
Ele novamente fecha os seus olhos, eu me sento no chão a alguns metros dele. Só espero que ele seja pontual e que aqueles homúnculos não nos ache. A Marcus isso ira custar varias pizzas.
quarta-feira, 29 de dezembro de 2010
A caçada - A grande biblioteca Parte 1
Como farei para descobrir algo sobe esses licantropos malditos, Marcus só me arruma problemas. Saio pelas ruas procurando por outros andarilhos, pergunto a vários sobre esse maldito tratado mas ninguém ouviu falar sobre, mas o pior é que todos estávamos aqui a 300 anos, o mais novo de nos tem 700 anos, como nunca sentimos a presença desse grupo tão grande de lican.
Vou ate o lado norte da cidade, para falar com uma velha amiga minha, Samantha. Pobre mulher fora tão linda nos seus tempos de gloria, não muito ao certo como ela virou uma de nos, mas ate onde eu sei ela oi umas das primeiras. Ela veio do Egito antigo e lutou com muitos, vampiros, licantropos, mecromancer, mas perdeu para o ser mais forte, algo que ela não pode controlar o amor, que lhe custou as duas pernas e uma não, pobre Samantha.
- Ola Joe.
- Como você me ouviu chegar?
- Não me subestime, sou aleijada mas não surda. Mas a que devo a sua presença?
- Um velho amigo não pode visitar uma amiga?
- Novamente me subestimando Joe, você não vem aqui a mais de 100 anos, e de repente sentiu saudades. Ouvi dizer que você tem buscado por informação, algo sobre um tratado com lobos, não é isso?
Não posso negar, já fazia um tempinho que não a ia visitar, mas esperava que ela não tivesse notado esses poucos anos, bom para nos 10 anos ou 100 não fazem muitas diferenças.
- Bom, Marcus esta em uma jornada especial - a qual eu não aprovo - quando se deparou com pelo menos uma centena de licantropos, os quais o cobraram de respeitar o tratado.
- E ele ainda esta vivo, como é possível, um único lobo já é difícil, imagino eu que uma centena seria morte.
- Ai que esta a coisa, existe uma força que os impedem de confrontarem, Joe me disse que é como uma parede invisível que o empurra para traz cada vez que ele tenta se aproximar.
Samantha fica pensativa e não respondeu mais nada, ela se locomove com a sua cadeira pela sala de sua casa usando seu braço esquerdo, o único membro inteiro. Não avia muita coisa na sua casa, alias a casa era apenas a sala, nela avia uma TV, logo ao lado esquerdo uma geladeira velha que fazia muito barulho e pingava água por baixo e no fundo varias pilhas de livros antigos, papiros, coisas que ela juntara por sua vida.
- Não sei se posso te ajudar Joe, uma historia da qual ninguém ouviu falar. Não sei se é coisa boa.
- Samantha, qualquer coisa ajuda, você é a mais velha entre os andarilhos daqui por favor.
Ela fica em silencio por um tempo, pensando se deveria ou não me ajudar.
- Você já ouviu falar da Grande Biblioteca?
- Sim dizem que ela foi destruída junto com Alexandria, assim como a Biblioteca de Alexandria, ela continha todo o conhecimento do mundo na época.
- Bem, assim como a Biblioteca de Alexandria a Grande Biblioteca não fora destruída.
- Como isso é possível, todos sabemos dessas historias e nunca ninguém disse o contrario.
Ela me olha com uma cara de sarcástica e balança a cabeça como se estivesse dizendo não.
- Meu velho amigo, não se esqueça que eu estive la, pelo menos em Alexandria. Quando a Biblioteca foi atacada um mago a protegeu e a enterrou antes que fosse totalmente saqueada ou destruída, o mesmo aconteceu com a Grande Biblioteca
- Mas quem eram esses magos?
- Eram os responsáveis pelas bibliotecas, o mago Seriamn era o responsável por Alexandria, era um mago do ar e do tempo e Gornh o responsável pela Grande Biblioteca, o mago da água e da vida e ambos eram apaixonados por conhecimento.
- Magos, e eles ainda vivem?
- Ninguém sabe, as duas bibliotecas nunca foram achadas.
- E como isso pode me ajudar?
Com um sorriso malicioso e olhando para baixo Samantha se vira para mim.
- Eu conheço uma pessoa que ja esteve na Grande Biblioteca, mas não será fácil achar ele e muito menos convencer ele de ajudar você. Procure por Murioce na velha cidade ele poderá te ajudar.
- Obrigado Samantha, mas essas bibliotecas foram enterradas muito antes do tratado então... - ela me interrompe.
- Vá logo Joe, não questione o meu conhecimento, as bibliotecas nunca param de aprender, isso eu posso lhe garantir.
Nesse momento ela se vira e vai ate a sua TV, eu sabia que ela não falaria mais comigo, por isso sai em direção a velha cidade, esse era um lugar para bandidos e prostitutas, bêbados e monstros, eu não seria bem recebido la, ha Marcus isso vai sair caro.
"O conhecimento não espera por você, espera apenas pelo tempo , por isso controle o tempo"
Mago Seriamn, ensinando os jovens de Alexandria.
Vou ate o lado norte da cidade, para falar com uma velha amiga minha, Samantha. Pobre mulher fora tão linda nos seus tempos de gloria, não muito ao certo como ela virou uma de nos, mas ate onde eu sei ela oi umas das primeiras. Ela veio do Egito antigo e lutou com muitos, vampiros, licantropos, mecromancer, mas perdeu para o ser mais forte, algo que ela não pode controlar o amor, que lhe custou as duas pernas e uma não, pobre Samantha.
- Ola Joe.
- Como você me ouviu chegar?
- Não me subestime, sou aleijada mas não surda. Mas a que devo a sua presença?
- Um velho amigo não pode visitar uma amiga?
- Novamente me subestimando Joe, você não vem aqui a mais de 100 anos, e de repente sentiu saudades. Ouvi dizer que você tem buscado por informação, algo sobre um tratado com lobos, não é isso?
Não posso negar, já fazia um tempinho que não a ia visitar, mas esperava que ela não tivesse notado esses poucos anos, bom para nos 10 anos ou 100 não fazem muitas diferenças.
- Bom, Marcus esta em uma jornada especial - a qual eu não aprovo - quando se deparou com pelo menos uma centena de licantropos, os quais o cobraram de respeitar o tratado.
- E ele ainda esta vivo, como é possível, um único lobo já é difícil, imagino eu que uma centena seria morte.
- Ai que esta a coisa, existe uma força que os impedem de confrontarem, Joe me disse que é como uma parede invisível que o empurra para traz cada vez que ele tenta se aproximar.
Samantha fica pensativa e não respondeu mais nada, ela se locomove com a sua cadeira pela sala de sua casa usando seu braço esquerdo, o único membro inteiro. Não avia muita coisa na sua casa, alias a casa era apenas a sala, nela avia uma TV, logo ao lado esquerdo uma geladeira velha que fazia muito barulho e pingava água por baixo e no fundo varias pilhas de livros antigos, papiros, coisas que ela juntara por sua vida.
- Não sei se posso te ajudar Joe, uma historia da qual ninguém ouviu falar. Não sei se é coisa boa.
- Samantha, qualquer coisa ajuda, você é a mais velha entre os andarilhos daqui por favor.
Ela fica em silencio por um tempo, pensando se deveria ou não me ajudar.
- Você já ouviu falar da Grande Biblioteca?
- Sim dizem que ela foi destruída junto com Alexandria, assim como a Biblioteca de Alexandria, ela continha todo o conhecimento do mundo na época.
- Bem, assim como a Biblioteca de Alexandria a Grande Biblioteca não fora destruída.
- Como isso é possível, todos sabemos dessas historias e nunca ninguém disse o contrario.
Ela me olha com uma cara de sarcástica e balança a cabeça como se estivesse dizendo não.
- Meu velho amigo, não se esqueça que eu estive la, pelo menos em Alexandria. Quando a Biblioteca foi atacada um mago a protegeu e a enterrou antes que fosse totalmente saqueada ou destruída, o mesmo aconteceu com a Grande Biblioteca
- Mas quem eram esses magos?
- Eram os responsáveis pelas bibliotecas, o mago Seriamn era o responsável por Alexandria, era um mago do ar e do tempo e Gornh o responsável pela Grande Biblioteca, o mago da água e da vida e ambos eram apaixonados por conhecimento.
- Magos, e eles ainda vivem?
- Ninguém sabe, as duas bibliotecas nunca foram achadas.
- E como isso pode me ajudar?
Com um sorriso malicioso e olhando para baixo Samantha se vira para mim.
- Eu conheço uma pessoa que ja esteve na Grande Biblioteca, mas não será fácil achar ele e muito menos convencer ele de ajudar você. Procure por Murioce na velha cidade ele poderá te ajudar.
- Obrigado Samantha, mas essas bibliotecas foram enterradas muito antes do tratado então... - ela me interrompe.
- Vá logo Joe, não questione o meu conhecimento, as bibliotecas nunca param de aprender, isso eu posso lhe garantir.
Nesse momento ela se vira e vai ate a sua TV, eu sabia que ela não falaria mais comigo, por isso sai em direção a velha cidade, esse era um lugar para bandidos e prostitutas, bêbados e monstros, eu não seria bem recebido la, ha Marcus isso vai sair caro.
"O conhecimento não espera por você, espera apenas pelo tempo , por isso controle o tempo"
Mago Seriamn, ensinando os jovens de Alexandria.
domingo, 19 de dezembro de 2010
A caçada - Em busca de uma verdade. Parte 3 - Uma incognita.
Me comunico com Joe nessa noite, não foi fácil, ele ainda não concordava com a minha busca mas era o único em que eu poderia confiar.
- Joe, por favor responda o meu chamado. - eu me esforçava o máximo para chamar a sua atenção.
Fica um tempo de silencio, isso me incomoda, pois preciso muito de sua ajuda. Depois de um tempo ele me responde.
- Achei que você ja estivesse morto, me sinto menos culpado por saber que ainda esta vivo.
- Joe, eu preciso que você me faça um favor. - eu não me sentia muito a vontade por pedir mais esse a joe. - preciso que você descubra tudo que poder sobre um tratado, um acordo feito com os licantropos.
- Mas que tratado é esse Marcus?
-Esse é o problema, eu não tenho a mínima idéia, a unica coisa que sei é que foi feita a 300 anos.
-Como isso pode ser possível, a gente estava aqui a 300 anos, mas não me lembro de nada.
-Eu sei Joe, esse é o problema. Eu preciso muito da sua ajuda, por favor.
Joe demora a responder, mas posso ouvir os seus pensamentos como se fossem meus, esse é um dos problemas de um elo mental.
-Vou ver o que posso fazer Marcus, em quanto isso tente se manter vivo.
Ele corta o elo antes de eu agradecer, sempre posso contar com Joe, ele é um grande amigo. Ja é noite quando termino de falar com Joe, escuto um ruido fora da minha barraca, saio para dar uma olhada, bem no limite da magia que nos impedia avia quatro licantropos, os quatro maiores que eu ja tinha visto, eles eram um pouco maior que um cavalo com pelos longos, que chegavam ate o chão dois deles eram negros como a noite, eles estavam sentados cada um em uma ponta da colina, eles tinham o focinho compridos, que mesmo fechados as presas saltavam para fora. Os outros dois eram um prata e o outro da cor de mel, o prateado fica a frente dos quatros, esse era um pouco menor que os demais, porem tinha um porte mais imponente e em volta de seu pescoço uma juba, logo atras vinha o de cor mel esse aparentava ser o mais forte dos quratro, tinha varias cicatrizes e uma cortando o seu olho esquerdo, o qual deveria ser cego.
Eles mantinham guarda me vigiando, eu agradecia por essa magia que nos impedia de confrontar, pois não teria chance contra eles.
"A historia pode ser contada de varias maneiras, mas algumas não deveriam ser lembradas"
- Joe, por favor responda o meu chamado. - eu me esforçava o máximo para chamar a sua atenção.
Fica um tempo de silencio, isso me incomoda, pois preciso muito de sua ajuda. Depois de um tempo ele me responde.
- Achei que você ja estivesse morto, me sinto menos culpado por saber que ainda esta vivo.
- Joe, eu preciso que você me faça um favor. - eu não me sentia muito a vontade por pedir mais esse a joe. - preciso que você descubra tudo que poder sobre um tratado, um acordo feito com os licantropos.
- Mas que tratado é esse Marcus?
-Esse é o problema, eu não tenho a mínima idéia, a unica coisa que sei é que foi feita a 300 anos.
-Como isso pode ser possível, a gente estava aqui a 300 anos, mas não me lembro de nada.
-Eu sei Joe, esse é o problema. Eu preciso muito da sua ajuda, por favor.
Joe demora a responder, mas posso ouvir os seus pensamentos como se fossem meus, esse é um dos problemas de um elo mental.
-Vou ver o que posso fazer Marcus, em quanto isso tente se manter vivo.
Ele corta o elo antes de eu agradecer, sempre posso contar com Joe, ele é um grande amigo. Ja é noite quando termino de falar com Joe, escuto um ruido fora da minha barraca, saio para dar uma olhada, bem no limite da magia que nos impedia avia quatro licantropos, os quatro maiores que eu ja tinha visto, eles eram um pouco maior que um cavalo com pelos longos, que chegavam ate o chão dois deles eram negros como a noite, eles estavam sentados cada um em uma ponta da colina, eles tinham o focinho compridos, que mesmo fechados as presas saltavam para fora. Os outros dois eram um prata e o outro da cor de mel, o prateado fica a frente dos quatros, esse era um pouco menor que os demais, porem tinha um porte mais imponente e em volta de seu pescoço uma juba, logo atras vinha o de cor mel esse aparentava ser o mais forte dos quratro, tinha varias cicatrizes e uma cortando o seu olho esquerdo, o qual deveria ser cego.
Eles mantinham guarda me vigiando, eu agradecia por essa magia que nos impedia de confrontar, pois não teria chance contra eles.
"A historia pode ser contada de varias maneiras, mas algumas não deveriam ser lembradas"
sexta-feira, 3 de dezembro de 2010
Pesadelos
Rouger Mc.Dauguer, esse nome ja me foi muito familiar, me leva a tempos remotos mas não posso me deixar levar pelo passado.
- Ande logo mago e cumpra o que me prometeste, eu ja compri com os meus deveres e você ja tem o que queria.
- Por que a preça caçador, o tempo não é problema para mim, alem do mais Mc.Dauguer em alguns minutos você tera o seu tempo de vouta. - Ele zombava de mim, mas não posso me deixar levar, tenho que manter a calma ou ele não compriria com o acordo.
O vidente do oeste era um homen alto, muito alto ele deve ter quase dois metros e meio, a sua pele é bem escura e sua voz muito grave, isso me incomoda muito, tudo era muito nele, porem uma vez me disseram que ele se apresenta de forma diferente a cada pessoa.
- Não me chame mais por esse nome, esse ja não existe mais apenas cumpra com a sua parte do acordo. - Percebi que não falava mais, mas gritava, o odio estava muito forte em mim.
- Antes te darei um concelho caçador, e não irei cobrar por isso, o passado é muito dificil de se mudar e quando é mudado nem sempre é para melhor, tome muito cuidado com a suas ações!
Não dei muita importancia para o que ele falava, apenas queria sair logo de la. Derrepente uma luz forte me cegou, fiquei muito desorientado, o cheiro não era mais o mesmo, a testura do solo era outra o tempo era outro. Estava em um lugar onde a muito tempo não ia, um lugar que ja dera a vez a estradas e cidades, eu realmente tinha voutado no tempo, agora so me restava caçar a besta. O lugar é como nas minhas lembranças nada estava diferente.
Vou ate um antigo vilarejo, tomo cuidado para que ninguem me note, avisto de longe uma jovem que a tempo ja não é mais bela, ela esta gravida, algo que esta sugando sua vida aos poucos, pobe alma, a sua beleza deve ter sido a sua maldição.
Ando pelo vilarejo procurando alguma pista quando escuto dois homens conversando sob uma janela.
- Mark, não se esqueça de manter todo o gado no celeiro, recebi noticias do vilarejo vizinho e paraece que a besta esta se deslocando para a nossa região.
- Não se preocupe, eu ja fiquei sabendo e ja reforcei o celeiro e a minha casa. Temo pelos meus filhos, espero que esse demonio suma logo daqui.
Foi o bastante para mim, eu sabia que o vilarejo mais proximo estava a mis ou menos a 100 Km desse, eu estava indo a caça.
Ja é noite saio pela floresta deixando que o odio me tomasse, pois assim sei que a besta não tera chance contra mim. Depois de uma hora de busca eu sinto o cheiro fetido da besta, pego o meu bastão, presente dos anjos, e saio em disparada apenas seguindo o seu cheiro como se eu fosse um cão faminto, faminto por samgue e vingança. Eu sabia que se eu matasse esse monstro o meu filho nunca seria contaminado pelo seu virus imundo.
Derrepente paro e a duzentos metros a minha frente eu o vejo, la estava ele, não havia notado a minha presença ainda, se deliciava com o corpo de um podre homem. Saio andando bem devagar, dando a vouta por traz dele, o pegarei desprevinido, e antes de matalo olharei em sei olhos e me deliciarei com a minha vingança. Eu não penssava mais nada a não ser nisso.
Agora estou a 15 metros dele, o vento esta contra mim, ele não sentiria o meu cheiro antes que eu o acertasse, mas derrepente escuto vozes atras de mim, tolos homens que acharam que poderiam caçalo, ele tambem os ouve e se vira, tinha que ser agora, eu não teria outra chance.
Saio em disparada, a besta foje como se estivesse sendo perceguido por um demonio, eu devia estar parecendo um nesse momento, ele era rapido mas não o bastante. Estou quase pegando ele quando algo me desloca, como se um muro fosse jogado em mim, um muro duro e frio, um muro sem vida.
- Eu te vi no vilarejo, senti o seu cheiro de longe caçador, você não vai me matar.
Um vampiro, como não o notei no vilarejo, o meu odio me cegou, como lutarei com dois monstros ao mesmo tempo.
- Me deixe em paz demonio, eu não quero nada com voce a minha caça é outro.
- Não minta para mim caçador - Nesse momento ele me ataca dando um salto por cima de mim - eu sou esperto demais para isso- continua ele dizendo.
Desvio de seu golpe e corro em direção a minha presa, que nesse momento ja saiu em disparada fugindo de todo o confronto. Estou preceguindo besta a toda, enquanto outro demonio me caçava, não tenho mais a esperança de sair vivo deste lugar, apenas de salvar o meu filho.
Continuo correndo, na minha mente parecia ja ter passado horas, mas na verdade não passava de segundos e quando eu menos esperava o que eu mais temia me aconteceu, avisto de longe uma moça. a mãe do meu filho, tenho que ser mais rápido.
O vampiro me alcança e me segura, nos dois caímos na direção contraria a moça, eu rapidamente desferi um único golpe no demônio gelado, que ao pó voltou , me viro em direção a outra besta, o meu medo se concretizou, apenas o vejo indo embora comemorando mais uma morte, e aquele pobre corpo que algum dia ja foi belo.
Fujo o mais rápido que posso, não tenho coragem de me ver salvando aquele pobre garoto. Me desculpe Rouger, me desculpe.
- Ande logo mago e cumpra o que me prometeste, eu ja compri com os meus deveres e você ja tem o que queria.
- Por que a preça caçador, o tempo não é problema para mim, alem do mais Mc.Dauguer em alguns minutos você tera o seu tempo de vouta. - Ele zombava de mim, mas não posso me deixar levar, tenho que manter a calma ou ele não compriria com o acordo.
O vidente do oeste era um homen alto, muito alto ele deve ter quase dois metros e meio, a sua pele é bem escura e sua voz muito grave, isso me incomoda muito, tudo era muito nele, porem uma vez me disseram que ele se apresenta de forma diferente a cada pessoa.
- Não me chame mais por esse nome, esse ja não existe mais apenas cumpra com a sua parte do acordo. - Percebi que não falava mais, mas gritava, o odio estava muito forte em mim.
- Antes te darei um concelho caçador, e não irei cobrar por isso, o passado é muito dificil de se mudar e quando é mudado nem sempre é para melhor, tome muito cuidado com a suas ações!
Não dei muita importancia para o que ele falava, apenas queria sair logo de la. Derrepente uma luz forte me cegou, fiquei muito desorientado, o cheiro não era mais o mesmo, a testura do solo era outra o tempo era outro. Estava em um lugar onde a muito tempo não ia, um lugar que ja dera a vez a estradas e cidades, eu realmente tinha voutado no tempo, agora so me restava caçar a besta. O lugar é como nas minhas lembranças nada estava diferente.
Vou ate um antigo vilarejo, tomo cuidado para que ninguem me note, avisto de longe uma jovem que a tempo ja não é mais bela, ela esta gravida, algo que esta sugando sua vida aos poucos, pobe alma, a sua beleza deve ter sido a sua maldição.
Ando pelo vilarejo procurando alguma pista quando escuto dois homens conversando sob uma janela.
- Mark, não se esqueça de manter todo o gado no celeiro, recebi noticias do vilarejo vizinho e paraece que a besta esta se deslocando para a nossa região.
- Não se preocupe, eu ja fiquei sabendo e ja reforcei o celeiro e a minha casa. Temo pelos meus filhos, espero que esse demonio suma logo daqui.
Foi o bastante para mim, eu sabia que o vilarejo mais proximo estava a mis ou menos a 100 Km desse, eu estava indo a caça.
Ja é noite saio pela floresta deixando que o odio me tomasse, pois assim sei que a besta não tera chance contra mim. Depois de uma hora de busca eu sinto o cheiro fetido da besta, pego o meu bastão, presente dos anjos, e saio em disparada apenas seguindo o seu cheiro como se eu fosse um cão faminto, faminto por samgue e vingança. Eu sabia que se eu matasse esse monstro o meu filho nunca seria contaminado pelo seu virus imundo.
Derrepente paro e a duzentos metros a minha frente eu o vejo, la estava ele, não havia notado a minha presença ainda, se deliciava com o corpo de um podre homem. Saio andando bem devagar, dando a vouta por traz dele, o pegarei desprevinido, e antes de matalo olharei em sei olhos e me deliciarei com a minha vingança. Eu não penssava mais nada a não ser nisso.
Agora estou a 15 metros dele, o vento esta contra mim, ele não sentiria o meu cheiro antes que eu o acertasse, mas derrepente escuto vozes atras de mim, tolos homens que acharam que poderiam caçalo, ele tambem os ouve e se vira, tinha que ser agora, eu não teria outra chance.
Saio em disparada, a besta foje como se estivesse sendo perceguido por um demonio, eu devia estar parecendo um nesse momento, ele era rapido mas não o bastante. Estou quase pegando ele quando algo me desloca, como se um muro fosse jogado em mim, um muro duro e frio, um muro sem vida.
- Eu te vi no vilarejo, senti o seu cheiro de longe caçador, você não vai me matar.
Um vampiro, como não o notei no vilarejo, o meu odio me cegou, como lutarei com dois monstros ao mesmo tempo.
- Me deixe em paz demonio, eu não quero nada com voce a minha caça é outro.
- Não minta para mim caçador - Nesse momento ele me ataca dando um salto por cima de mim - eu sou esperto demais para isso- continua ele dizendo.
Desvio de seu golpe e corro em direção a minha presa, que nesse momento ja saiu em disparada fugindo de todo o confronto. Estou preceguindo besta a toda, enquanto outro demonio me caçava, não tenho mais a esperança de sair vivo deste lugar, apenas de salvar o meu filho.
Continuo correndo, na minha mente parecia ja ter passado horas, mas na verdade não passava de segundos e quando eu menos esperava o que eu mais temia me aconteceu, avisto de longe uma moça. a mãe do meu filho, tenho que ser mais rápido.
O vampiro me alcança e me segura, nos dois caímos na direção contraria a moça, eu rapidamente desferi um único golpe no demônio gelado, que ao pó voltou , me viro em direção a outra besta, o meu medo se concretizou, apenas o vejo indo embora comemorando mais uma morte, e aquele pobre corpo que algum dia ja foi belo.
Fujo o mais rápido que posso, não tenho coragem de me ver salvando aquele pobre garoto. Me desculpe Rouger, me desculpe.
segunda-feira, 19 de julho de 2010
A caçada - Em busca de uma verdade. Parte 2 Uma noite estranha.
Já fazem quatro dias que eu sai em busca do Vidente do Oeste, porem não tenho nenhuma pista, apenas deduzo que seja no oeste. Antes de sair em minha jornada, tentei encontrar Joe para agradecê-lo e pedir a ele alguma ajuda como e a onde devo procura esse Vidente, mas não o achei em lugar nenhum, ele realmente não queria me ajudar.
Já é noite do quinto dia de viagem, estou a uns 200 metros da beira da estrada, preciso montar acampamento e descansar, percebo que dês que comecei a minha jornada, não me depararei com nenhum inimigo, e isso é estranho, pois nunca andei mais de um dia fora da cidade sem me confrontar com alguma coisa,ou pelo menos sentir o seu cheiro, alguma coisa esta errada.
“Estou de pé em frente a minha barraca, mas porque, olho a minha volta e vejo algo que gostaria que fosse apenas um sonha, nunca tinha visto tantos deles junto e todos a ponto de me atacarem. Já lutei com dois de uma vez, não foi nada fácil mas fui vitorioso, mas aqui deve haver mais de 100 destas bestas. Eu posso ver elas estão vindo, o cheiro de sangue esta cada vez mais forte”
Abro os olhos, mas o que foi aquilo será possível todos aqueles lobisomens juntos. Rapidamente me levanto pronto para a batalha, da qual sei que não poderia sobreviver. Saio rapidamente da minha barraca com a minha adaga em mãos e pronto para o que viesse porem nada vejo, mas sinto o cheiro fétido de carne podre que emana de seus focinhos, mas porque não me atacam.
- Venham seus imundos... – Grito sem saber onde estão.
Vários grunhidos e Uivos começam, é um som horrível, todas aquelas bestas uivando e desejando a minha carne ao mesmo tempo, era como se eu ouvi-se a morte chamando o meu nome. Eu podia sentir a tensão no ar, pronta para estourar a qualquer momento, mas não acontecia e já estava preste a amanhecer e eles teriam que se esconderem ou eu veria as suas verdadeiras formas humanas.
O sol esta nascendo, olho para o lado oposta a estrada, para onde eu podia ver uma colina, eu sabia que era lá que eles estavam durante a noite.
Vejo uma figura humana vindo da colina em minha direção, será possível que ele mostrara a sua face humana a mim, com certeza ele sabe quem sou apenas pelo meu cheiro e que terei que mata-lo.
- O que quer em nosso território caçador? – me perguntou o homem que vinha em minha direção, ele era baixo de mais ou menos um metro e sessenta, tinha a pele queimada pelo sol e vestia apenas uma bermuda rasgada, também possuía barba e cabelo que há muito tempo não era cortada.
- Como assim seu território, vocês não tem direito a nada a não ser a morte. – Disse a ele com força, porem não conseguia me mover em sua direção, apenas para traz, alguma coisa invisível me segurava e eu não sabia o que era.
- Não seja cínico, o tratado foi feito a mais de 300 anos, o que você quer?
Eu não sabia de que tratado ele estava se referindo, mas nunca tinha saído por mais de um dia de viajem dos perímetros de Roma nesses últimos 2000 anos.
- Mas que tratado? – Pergunto a ele.
- Não me provoque caçador, você sabe muito bem do que estou falando.
Afasto-me ate a minha barraca, tentando ignorar aquele ser, pois a mesma força que me impedi de atacá-lo também o impedia. Resolvi ficar por mais algum tempo naquele lugar, precisava saber o que era aquilo.
Já é noite do quinto dia de viagem, estou a uns 200 metros da beira da estrada, preciso montar acampamento e descansar, percebo que dês que comecei a minha jornada, não me depararei com nenhum inimigo, e isso é estranho, pois nunca andei mais de um dia fora da cidade sem me confrontar com alguma coisa,ou pelo menos sentir o seu cheiro, alguma coisa esta errada.
“Estou de pé em frente a minha barraca, mas porque, olho a minha volta e vejo algo que gostaria que fosse apenas um sonha, nunca tinha visto tantos deles junto e todos a ponto de me atacarem. Já lutei com dois de uma vez, não foi nada fácil mas fui vitorioso, mas aqui deve haver mais de 100 destas bestas. Eu posso ver elas estão vindo, o cheiro de sangue esta cada vez mais forte”
Abro os olhos, mas o que foi aquilo será possível todos aqueles lobisomens juntos. Rapidamente me levanto pronto para a batalha, da qual sei que não poderia sobreviver. Saio rapidamente da minha barraca com a minha adaga em mãos e pronto para o que viesse porem nada vejo, mas sinto o cheiro fétido de carne podre que emana de seus focinhos, mas porque não me atacam.
- Venham seus imundos... – Grito sem saber onde estão.
Vários grunhidos e Uivos começam, é um som horrível, todas aquelas bestas uivando e desejando a minha carne ao mesmo tempo, era como se eu ouvi-se a morte chamando o meu nome. Eu podia sentir a tensão no ar, pronta para estourar a qualquer momento, mas não acontecia e já estava preste a amanhecer e eles teriam que se esconderem ou eu veria as suas verdadeiras formas humanas.
O sol esta nascendo, olho para o lado oposta a estrada, para onde eu podia ver uma colina, eu sabia que era lá que eles estavam durante a noite.
Vejo uma figura humana vindo da colina em minha direção, será possível que ele mostrara a sua face humana a mim, com certeza ele sabe quem sou apenas pelo meu cheiro e que terei que mata-lo.
- O que quer em nosso território caçador? – me perguntou o homem que vinha em minha direção, ele era baixo de mais ou menos um metro e sessenta, tinha a pele queimada pelo sol e vestia apenas uma bermuda rasgada, também possuía barba e cabelo que há muito tempo não era cortada.
- Como assim seu território, vocês não tem direito a nada a não ser a morte. – Disse a ele com força, porem não conseguia me mover em sua direção, apenas para traz, alguma coisa invisível me segurava e eu não sabia o que era.
- Não seja cínico, o tratado foi feito a mais de 300 anos, o que você quer?
Eu não sabia de que tratado ele estava se referindo, mas nunca tinha saído por mais de um dia de viajem dos perímetros de Roma nesses últimos 2000 anos.
- Mas que tratado? – Pergunto a ele.
- Não me provoque caçador, você sabe muito bem do que estou falando.
Afasto-me ate a minha barraca, tentando ignorar aquele ser, pois a mesma força que me impedi de atacá-lo também o impedia. Resolvi ficar por mais algum tempo naquele lugar, precisava saber o que era aquilo.
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