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terça-feira, 10 de janeiro de 2012

Morrer?

“E se eu morrer hoje, quem sentira a minha falta, quem se lembrara de mim, quem falara de mim. A verdade é que com o tempo eu serei esquecido, morrerei em carne, morrerei em lembranças como muitos morreram. Já se foi o tempo de bravuras que serão lembradas pela eternidade. Então do que vale a pena viver, se nos esforçarmos e damos o melhor de nos, alguma coisa de ruim acontece, se confiamos e amamos, somos traídos ou deixados, algo sempre esta tentando nos derrubar. Porem a sempre alguém disposto a nos levantar, e o mais engraçado é que não importa se somos bons ou maus, se prestarmos atenção existe alguém que quer nos ajudar, mesmo não sabendo os motivos.
E se eu morrer agora, não será o mundo que perdera com isso, talvez alguns chorem e outros sofram, mas de alguma for irão superar, se eu morrer agora, será eu a perder a chance de me erguer, a chance de erguer alguém, de amar de novo e de novo, de fazer a diferença, não na humanidade, mas em mim e em quem esta a minha volta. Então eu não posso morrer, pelo menos não agora!”

Marcus - O Andarilho

terça-feira, 8 de setembro de 2009

Indignação




Parte 1

Fico sentado na sargeta so observando cada pessoa que passa, homens indo trabalhar nos seus ternos e com suas maletas que ao passarem por min desviam o olhar, mulheres que sonharam com a independencia economica para sairem de casa e hoje não esperam a hora de voutarem para ela, crianças que vão a escola e outras que fogem delas, eu vejo todos, eu protejo a todos,
não do perigo de cada dia, do assautante que vira a esquina, do motorista enbreagado e nem do assassino a souta mas sim do seus piores pesadelos, daquilo que se vocês visem desejariam ficar cegos. Eu os protejos, não que eles mereçam, talves alguns, mas porque eu tenho esperanças neles, bom eles tem, principalmente Ele!

Parte 2

Acabo de retornar de mais uma caça, meu corpo dói, meu corpo sangra, mas sai vitorioso, nem todos voltaram, mas eu estou vivo por quê?
Voltei a sentar-me ma sarjetas e há observar as pessoas, como sempre, elas me vêem e me despreza, toda a minha sujeira; - “Mas que mendigo porco!”; o meu sangue escorrendo pela testa; -“Bebeu tanto que caiu e se machucou bêbado imundo!”; quem são elas para me julgarem, ainda sendo esses tão errôneos, nós que já salvamos tantos, todos aqueles que eu expulsei e queimei, eu sacrifiquei a minha vida por eles e é isso que recebo?
Eu nunca poderei ver o eterno por do sol, estou preso aqui apenas para que eles possam ter a chance, e mesmo assim me atiram pedras como se eu fosse o único...!

Parte 3
Já é quase meio dia, estou aqui em vigília dês da minha volta, estou cansado, logo à frente vejo o velho Joe vindo me substituir, aquele era um ótimo ponto, bastante gente e a maioria sempre dão alguma esmola sendo que alguma é de verdadeiro amor.
Amor, agora eu me lembro, como é difícil amar incondicionalmente, ele conseguiu, ele consegue. Se eu disser que estou nessa por amor novamente estarei pecando, é a adrenalina, a emoção, a sensação de poder mesmo que seja por alguns instantes.
Mas não pode ser apenas isso, mesmo que eu não ame aqueles que protejo, eu sinto a obrigação de defende aqueles que lutam junto comigo, como é dura a perca desses companheiros, será isso amor? Não aquele amor de namorados, esta mais como irmãos em certos casos até como pais e filhos.
Agora eu lembro porque eu luto, por esse sentimento que sinto e pelo que os outros sentem e pelo o que ele sente por todos nos. Mas não é fácil!


“O esforço não é acumulativo, deixe-o por apenas um dia e tudo se perdera”
O Andarilho.