Renego a minha vida e a entrego a meu guardião, desta forma irei a sombria e densa maldade com a penas minha Fé e luz e farei com que o mal socumba ao meu poder. Isso eu farei com todo o meu esforço diante da promessa que ao fim terei paz!
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domingo, 16 de maio de 2010
Surge uma Nova Força.
Abdul-Basit retorna para a sua tendo no deserto, onde se encontrava sua esposa e filha, ela não sabia ao certo o que ele fazia ou era, mas o amava e sabia que era bom. Ao chegar, ela ja havia preparado um banho quente para ele descansar e também ja estava feito estratos de ervas para ajudar na cura de seus ferimentos. Ele estava muito machucado, o seu rosto estava inchado, principalmente no lado esquerdo onde ele havia recebido um golpe direto, mancava da perna esquerda e por todo o corpo havia cortes e marcas de queimaduras, a besta havia lutado com ele durante dois dias inteiros de forma ininterrupta, foi um milagre ele ter sobrevivido.
A agua do seu banho ja estava fria, ele havia pegado no sono em quanto se banhava, ele chama pela sua esposa mas não recebe nenhuma resposta, se levanta e pega um longo pedaço de pano e usa para se enxugar, de forma lenta, pois ainda sentia muita dor por conta dos seu ferimentos. Na sua tenda havia três leitos, onde ele estava era o seu quarto, saindo dele ja era o quarto de sua filha e logo em seguida era um ambiente para receber visitas, Abdul-Basit vai ate esse ultimo em busca de sua esposa, ao passar em frente ao leito de sua filha ele sente que esta pisando em algo umido e quente, algo misturado com a areia do chão, ao olhar percebe que era sangue e que esse vinha do leito de sua filha. Um frio percorre todo o seu corpo, um medo que ele nunca havia sentido antes pensamentos passavam pela sua mente coisas que ele nunca queria ter imaginado, mas finalmente ele toma coragem e puxa a cortina, a visão que ele tem o deixa sem forças e ele cai ao chão de joelhos, não havia sobrado muita coisa, apenas pedaços do que um dia foi a sua filha, ele não conseguia imaginar como isso havia ocorrido. Um ódio nunca visto antes toma conta de seu corpo, um grito de desespero rasga seu peito saindo pela sua boca, ele jura vingança. Abdul recupera suas forças se levanta e sai a procura de sua esposa, logo ele percebe que ele não se encontra na tenda, ao sai dela um outro desespero toma conta dele, como pode ser possível, na sua frente se encontrava o demônio de posse da sua esposa e antes que ele pudesse fazer algo a fera a dilacerou por inteira e se deliciou com o sofrimento e sangue dela, ele tentou atacar mas o seu corpo estava muito ferido para fazer algo. O monstro se aproximou dele, ele tinha pelo menos uns dois metros, seus braços eram longos assim como suas pernas sua voz era profunda e quando ele falava se sentia um enorme aperto no coração, o mostro chegou bem perto de seu ouvido e falou que so não o mataria para ver ele sofrer, para velo impotente para poder sentir o seu ódio.
Naquele momento Abdul-Basit, resava por ajuda chamava pelo Quarto de forma desesperadora mas não recebia nenhuma resposta, nada foi o que ele recebeu. Abdul-Basit desmaiou ali ao relento, pesadelos tomaram conta de seu sono, ele via as imagens de sua filha e esposa e sentia toda a sua impotência e fraqueza.
Ao abrir os olhos ele percebe que esta em uma carroça, ele tenta se levantar mas ainda estava fraca, pois alem dos ferimentos ja fazia pelo menos cinco dias que não se alimentava, ele sentiu que a carroça parou, uma figura alta e coberta por um capuz surgiu diante dele, sua voz era grave, ele ofereceu comida e bebida, Abdul-Basit aceitou, ele logo percebeu pelos utensílios da carroça e pela vestimentas que ele estava diante de um feiticeiro, esse rapidamente ofereceu uma chance de vingança a Abdul, mas que para isso ele teria de abandonar tudo, princípios, honra, e principalmente seu juramento. Ele não pensou duas vezes e aceitou a proposta, por que manter algo que devotei a minha vida se na hora que precisei a ajuda me foi negada, era esse o pensamento que passava pela sua mente e também não o interessava como o feiticeiro sabia, ele apenas queria vingança.
Ele recebeu o poder de criar vida, criar seguidores apenas se utilizando areia e seu sangue, um baixo preço a se pagar por lealdade inquestionável, esses não tinham forma, pois assumiam a que fosse mais conveniente.
Dois anos se passaram Abdul-Basit possuia um exercito inigualavel, ele se escondeu no deserto todo esse tempo para se preparar para a sua vingança, ele jurou caçar todos os demônios e mata los mas também jurou caçar todos os andarilhos e os doze iluminados, pois esses o haviam negado ajuda e o preço dessa negação foi a vida da sua familia.
"A vingança nem sempre é o certo, mas com certeza é o mais prazeroso!" - Vidente do Oeste.
segunda-feira, 22 de março de 2010
A caçada - Doce Ilusão
terça-feira, 23 de fevereiro de 2010
Instinctu
terça-feira, 2 de fevereiro de 2010
A caçada – A pena de um anjo.
terça-feira, 5 de janeiro de 2010
A adaga de Hariel
sexta-feira, 20 de novembro de 2009
A caçada - O fim da primeira tormenta
Fecho os meus olhos, será esse o fim da minha tormenta, ser morto desta maneira, não me importo dês que eu tenha o que me foi prometido. Morrerei de olhos abertos, verei bem no fundo de sua alma fétida e agradecerei pelo meu fim. Abro meus olhos, será esse o fim da minha tormenta, ele não me ataca algo o fez para, quando olho para o alto vejo varias luzes, eles saltam pelas arvores com grande ferocidade, me levanto como posso e assisto o fim desesperado deste demônio, ele os ataca com todas as suas forças, com toda a sua raiva, mas nada é valido, de repente eles se canção foi rápido e limpo, em um clarão virou pó. Levanto-me, sou cercado pelas luzes, nenhuma escuridão ficou no lugar, o dia se fez naquele parque em plena meia noite. Meu braço é curado e minhas forças restauradas, eram dozes, os dozes que eu jamais imaginei ver, os dozes iluminados.
"Enquanto a luz se faz em um extremo, a escuridão se fortalece em outro!" O quarto iluminado.
terça-feira, 27 de outubro de 2009
A caçada – Ao luar
Foi tudo tão rápido, as pessoas mortas, o cheiro fétido um ser cheio de medo e dor tudo como eu tinha visto, mas isto, como será possível?
Foi como um trovão, a lua chegou ao seu ápice, como era linda, e o seu se manchou de vermelho, eu nunca tinha lutado com algo assim nem lobisomens ou vampiros, espíritos ou os cruéis matadores do clã Phoneútria, esse era emplacaveu seu alito fedia morte, seus grunidos tinha o son de cada gota de sangue dos que por ele foram mortos, esse so pode ser uma coisa, algo que eu nunca imaginei enfrentar, um demonio!
Corro por entre asarvores do parque como nunca corri antes, ele esta logo atras brincando comigo, saboriando o meu medo, algo que eu não sentia a tanto tempo, agora eu vejo, o poder em minhas mão, todo ele, de nada me ser ve agora!
Derrepente não sinto mais o chão, como pode ser, uma simples pedra me derrubar desta maneira, caio com força ouço o som do meu braço se quebran sinto uma dor forte, sera esse o meu fim, sera esse o começo da minha paz?