Renego a minha vida e a entrego a meu guardião, desta forma irei a sombria e densa maldade com a penas minha Fé e luz e farei com que o mal socumba ao meu poder. Isso eu farei com todo o meu esforço diante da promessa que ao fim terei paz!
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quinta-feira, 10 de junho de 2010
A caçada - Em busca de uma verdade. Parte 1
Fiquei mais forte e rápido, mas só fui perceber o quanto quando voltei para terra, é incrível, é como se todo o universo estivesse sempre um passo atrás de mim, quando eu corria era como se o tempo parasse e tudo ficasse a minha mercê.
Thorbog me mandou para a minha primeira missão desdo fim do meu treinamento, ele me pedira algo que não sei como fazer, como poderia ser possível, mesmo com a minha velocidade eu só conseguia ver o tempo parar, como eu poderia voltar nele, como eu descobriria o porque da sua luta o porque ele me salvou (contos - A adaga de Hariel).
Depois que fui devolvido a terra, não vi mais nenhum dos iluminados, sendo que na verdade eu apenas tinha conhecido Thorbog, voltei para a minha vida como andarilho, voltai para a mesma esquina, e la estava Joe, meu velho amigo.
- Você esta diferente Marcus - comentou Joe quando meu viu chegar.
- É só cansaço - respondi para ele, mas sabia que nunca mais eu seria o mesmo depois do que eu passei, antes dele dizer mais alguma coisa eu lhe perguntei.
- Joe, você já é andarilho a quanto tempo? - Joe tinha cara de avô, mas um bom porte fisico, sabia que ele não estava nessa vida a masi tempo que eu, mas mesmo assim devia de ser muito tempo.
- Nossa Marcus eu já não conto a muito tempo, não sei mais. Apenas me lembro de fazer algo que nunca deveria ser perdoado, mas era o certo, e depois disso la estava eu caçando essas aberrações que nunca se acabam.
Não era a primeira vez que ele comentava sobre isso, mas nunca dissera o que fizeste.
- E se você pode-se voltar no tempo para corrigir isso? - perguntei a ele sem parecer dar muita importância.
- Eu tentei, mas não consegui. - respondeu ele meio constrangido.
O que ele disse, ele tentou voltar no tempo, então deve ter alguma maneira de se fazer isso, mas como.
-Como isso é possivel?
-É melhor você não saber disso, não é coisa boa, o que aconteceu não pode ser mudado, apenas causara mais dor a você. - ele não me diria com facilidade, mas eu teria que dar um jeito de saber.
- Joe, eu não quero mudar nada, quero apenas ver, tirar uma duvida sobre o meu passado, nada de mais. - ele abaixou a cabeça relutante em falar qualquer palavra, mas eu insisti.
-Joe...Por favor! - ele virou de costa para mim, e saiu caminhando devagar.
- Eu não me responsabilizo pelas conseqüências. Vá em busca do Vidente do Oeste, mas tome cuidado, não sera fácil achar ele e nem seguro.
Joe vai embora antes mesmo de eu agradecer, ele não ficou feliz em me ajudar, mas eu precisava saber, eu tenho uma chance de voltar no tempo e ver o que acontecera no meu passado.
Eu me sentei na esquina para a minha ultima vigília antes de me preparar para a minha jornada. As pessoas passam e me olham com certo desprezo, mas isso não me incomoda mais, minhas roupas velhas, o meu mal cheiro e cicatrizes, esses que foram ganhados em batalhas para que muitas dessas estejam hoje me olhando.
- Quem será você Quarto Iluminado?
domingo, 16 de maio de 2010
Surge uma Nova Força.
Abdul-Basit retorna para a sua tendo no deserto, onde se encontrava sua esposa e filha, ela não sabia ao certo o que ele fazia ou era, mas o amava e sabia que era bom. Ao chegar, ela ja havia preparado um banho quente para ele descansar e também ja estava feito estratos de ervas para ajudar na cura de seus ferimentos. Ele estava muito machucado, o seu rosto estava inchado, principalmente no lado esquerdo onde ele havia recebido um golpe direto, mancava da perna esquerda e por todo o corpo havia cortes e marcas de queimaduras, a besta havia lutado com ele durante dois dias inteiros de forma ininterrupta, foi um milagre ele ter sobrevivido.
A agua do seu banho ja estava fria, ele havia pegado no sono em quanto se banhava, ele chama pela sua esposa mas não recebe nenhuma resposta, se levanta e pega um longo pedaço de pano e usa para se enxugar, de forma lenta, pois ainda sentia muita dor por conta dos seu ferimentos. Na sua tenda havia três leitos, onde ele estava era o seu quarto, saindo dele ja era o quarto de sua filha e logo em seguida era um ambiente para receber visitas, Abdul-Basit vai ate esse ultimo em busca de sua esposa, ao passar em frente ao leito de sua filha ele sente que esta pisando em algo umido e quente, algo misturado com a areia do chão, ao olhar percebe que era sangue e que esse vinha do leito de sua filha. Um frio percorre todo o seu corpo, um medo que ele nunca havia sentido antes pensamentos passavam pela sua mente coisas que ele nunca queria ter imaginado, mas finalmente ele toma coragem e puxa a cortina, a visão que ele tem o deixa sem forças e ele cai ao chão de joelhos, não havia sobrado muita coisa, apenas pedaços do que um dia foi a sua filha, ele não conseguia imaginar como isso havia ocorrido. Um ódio nunca visto antes toma conta de seu corpo, um grito de desespero rasga seu peito saindo pela sua boca, ele jura vingança. Abdul recupera suas forças se levanta e sai a procura de sua esposa, logo ele percebe que ele não se encontra na tenda, ao sai dela um outro desespero toma conta dele, como pode ser possível, na sua frente se encontrava o demônio de posse da sua esposa e antes que ele pudesse fazer algo a fera a dilacerou por inteira e se deliciou com o sofrimento e sangue dela, ele tentou atacar mas o seu corpo estava muito ferido para fazer algo. O monstro se aproximou dele, ele tinha pelo menos uns dois metros, seus braços eram longos assim como suas pernas sua voz era profunda e quando ele falava se sentia um enorme aperto no coração, o mostro chegou bem perto de seu ouvido e falou que so não o mataria para ver ele sofrer, para velo impotente para poder sentir o seu ódio.
Naquele momento Abdul-Basit, resava por ajuda chamava pelo Quarto de forma desesperadora mas não recebia nenhuma resposta, nada foi o que ele recebeu. Abdul-Basit desmaiou ali ao relento, pesadelos tomaram conta de seu sono, ele via as imagens de sua filha e esposa e sentia toda a sua impotência e fraqueza.
Ao abrir os olhos ele percebe que esta em uma carroça, ele tenta se levantar mas ainda estava fraca, pois alem dos ferimentos ja fazia pelo menos cinco dias que não se alimentava, ele sentiu que a carroça parou, uma figura alta e coberta por um capuz surgiu diante dele, sua voz era grave, ele ofereceu comida e bebida, Abdul-Basit aceitou, ele logo percebeu pelos utensílios da carroça e pela vestimentas que ele estava diante de um feiticeiro, esse rapidamente ofereceu uma chance de vingança a Abdul, mas que para isso ele teria de abandonar tudo, princípios, honra, e principalmente seu juramento. Ele não pensou duas vezes e aceitou a proposta, por que manter algo que devotei a minha vida se na hora que precisei a ajuda me foi negada, era esse o pensamento que passava pela sua mente e também não o interessava como o feiticeiro sabia, ele apenas queria vingança.
Ele recebeu o poder de criar vida, criar seguidores apenas se utilizando areia e seu sangue, um baixo preço a se pagar por lealdade inquestionável, esses não tinham forma, pois assumiam a que fosse mais conveniente.
Dois anos se passaram Abdul-Basit possuia um exercito inigualavel, ele se escondeu no deserto todo esse tempo para se preparar para a sua vingança, ele jurou caçar todos os demônios e mata los mas também jurou caçar todos os andarilhos e os doze iluminados, pois esses o haviam negado ajuda e o preço dessa negação foi a vida da sua familia.
"A vingança nem sempre é o certo, mas com certeza é o mais prazeroso!" - Vidente do Oeste.
segunda-feira, 22 de março de 2010
A caçada - Doce Ilusão
terça-feira, 23 de fevereiro de 2010
Instinctu
terça-feira, 2 de fevereiro de 2010
A caçada – A pena de um anjo.
terça-feira, 5 de janeiro de 2010
A adaga de Hariel
sexta-feira, 20 de novembro de 2009
A caçada - O fim da primeira tormenta
Fecho os meus olhos, será esse o fim da minha tormenta, ser morto desta maneira, não me importo dês que eu tenha o que me foi prometido. Morrerei de olhos abertos, verei bem no fundo de sua alma fétida e agradecerei pelo meu fim. Abro meus olhos, será esse o fim da minha tormenta, ele não me ataca algo o fez para, quando olho para o alto vejo varias luzes, eles saltam pelas arvores com grande ferocidade, me levanto como posso e assisto o fim desesperado deste demônio, ele os ataca com todas as suas forças, com toda a sua raiva, mas nada é valido, de repente eles se canção foi rápido e limpo, em um clarão virou pó. Levanto-me, sou cercado pelas luzes, nenhuma escuridão ficou no lugar, o dia se fez naquele parque em plena meia noite. Meu braço é curado e minhas forças restauradas, eram dozes, os dozes que eu jamais imaginei ver, os dozes iluminados.
"Enquanto a luz se faz em um extremo, a escuridão se fortalece em outro!" O quarto iluminado.